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CRIANÇA
2011-04-07

Beatriz Pena 

 
Perguntas mais frequentes sobre violência infantil

1 - Que devo fazer se o meu filho urina na cama e não se controla?
Consultar o seu médico de família e pedir-lhe orientação para um Pedopsiquiatra, se as causas o justificarem.

2 - Como retirar o meu filho da cama do casal?
Nestes casos o melhor é prevenir. Nenhuma criança deve partilhar a cama com os pais. Por volta dos 6 meses deve ter o seu próprio quarto e a sua cama. Se não consegue que a criança durma sozinha consulte um especialista.

3 - Como devo fazer quando dou uma ordem ao meu filho e o meu marido dá outra?
As ordens contraditórias dadas às crianças são graves. Se o casal não consegue pôr-se de acordo o melhor é pedir ajuda a um especialista para prevenir situações difíceis de resolver na educação dos filhos, em termos de futuro.

4 - Suspeito que a minha filha foi abordada sexualmente pelo meu companheiro, mas não tenho a certeza. Que devo fazer?
Perante uma suspeita deve sempre consultar um Pedopsiquiatra, ele saberá guardar segredo, se for caso disso, e ajudá-la a resolver o problema.

5 - Sei de um homem da minha terra que tem práticas esquisitas com crianças. Como devo actuar sem dizer quem sou?
Telefone para a linha de emergência da Segurança Social (144) e diga o que sabe. Nunca silencie o abuso sexual ou a pedofilia, embora o deva fazer com bom senso.

6 - O meu marido alcooliza-se e dá maus tratos aos meus filhos. Como devo denunciar este facto?
Peça ajuda ao seu médico de família ou se houverem lesões (nódoas negras, feridas, queimaduras, tristeza, falta de apetite, agressividade, isolamento, etc.) recorra ao serviço de Urgência de um Hospital a qualquer hora. Há especialistas das diversas áreas que a ajudam.

7 - Costumo perder a cabeça e maltratar os meus filhos. Depois arrependo-me e fico cheia de culpa. Como posso libertar-me disto?
Consulte um psicólogo ou um psiquiatra e explicite bem a ajuda que pretende. É muito importante que peça apoio nestas situações e que não mantenha muito tempo esse comportamento. As crianças podem ficar com traumatismos para toda a vida.

8 - O meu filho é adolescente e quando me pede qualquer coisa que não posso dar-lhe agride-me com grande violência. Calo-me por vergonha. Como devo acabar com isto?
Recorra a uma delegação da Associação de Apoio À Vítima (APAV) ou ao Departamento de Pedopsiquiatra.

9 - O meu filho tem medo. É grave?
Há medos que fazem parte do desenvolvimento normal, por exemplo:

  • entre os 18 meses e os 2 anos: medo do escuro, da solidão, da separação da mãe, de ir à casa-de-banho, objectos grandes;
  • entre os 2-3 anos: medo de ir para a cama (fobia ao deitar);
  • entre os 3-4 anos: medo do escuro, dos animais, dos ladrões, dos monstros, dos fantasmas;
  • idade escolar: estar sozinho, lesões corporais, trovoada, morte, desempenho escolar, dos exames, do futuro;
  • entre os 12-18 anos: sexualidade, falhar sexualmente.

Se verificar que os medos o incapacitam para uma vida normal, consulte um especialista.

10 - O meu filho tem 7 anos. Fala muito de morte. É normal?
Entre os 7, 8, 9 anos a preocupação das crianças com a morte é normal.

11 - O meu bebé é muito sossegado, fica acordado muitas horas em silêncio e não me olha nos olhos, nem comunica comigo. Que devo fazer?
Conte isso ao pediatra da criança e peça-lhe orientação.

 

Outras questões:

Uma mãe que negligencia ou maltrata o seu filho pode gostar dele?
Como sabemos, o mau-trato infantil cobre toda e qualquer acção ou omissão (dos pais ou seus substitutos), não acidental, que impeça ou ponha em risco a segurança dos menores e a satisfação das suas necessidades físicas e psicológicas básicas. A negligência assume o carácter de mau-trato passivo: temporária ou permanentemente, os progenitores (ou seus substitutos) não atendem às necessidades físicas e/ou psicológicas da criança. No mau-trato activo, o dano físico pode variar desde a tareia que deixa marcas até aquela que pode provocar a morte e o dano psicológico pode englobar insultos, críticas, ameaças de abandono, etc.

Apesar deste tipo de comportamento ferir a integridade física e/ou psíquica da criança, e de poder comprometer mais ou menos seriamente o seu desenvolvimento global, o problema não tem tanto a ver com o facto da sua mãe ou do seu pai gostarem mais ou menos dela mas tem a ver com o facto de que, desejando controlar a criança e ajustá-la às suas próprias necessidades, o adulto responde violentamente aos desafios, provocações ou manifestações de autonomia que ela faz e que podem ser perfeitamente normais ou podem fazer já parte do tipo de comunicação que se estabelece na família.

 



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